Águia-real

Aquila chrysaeto

Classificação científica
Reino Animalia
Filo Chordata
Classe Aves
Ordem Accipitriformes
Família Accipitridae
Género Aquila
Espécie Aquila chrysaeto

Características:

– Possui uma coloração castanho-escuro uniforme da águia-real adulta é apenas interrompida pelas pernas amarelas, e pelos reflexos dourados da sua plumagem nucal. Nas aves novas, pode ver-se um pouco de branco na raiz da cauda e nas asas;

– O seu comprimento varia entre 66 a 100 cm;

– Envergadura de asas: 150 a 250 cm;

– Peso: 2,5 a 12 kg;

– Podem viver até aos 70 anos mas a maioria vive apenas até aos 40;

Habitat:

– Encontra-se geralmente em zonas montanhosas, voando em círculo (busca de presa);

– Esta ave pode ser encontrada desde a Europa Ocidental até à Ásia e ao Norte de África;

– A sua área de procriação é na América do Norte incluindo o México norte-central, os Estados Unidos ocidentais, também o Alasca e o norte do Canadá;

– Em Portugal: O melhor local para ainda observar esta ave, é o interior Norte do país. Ocasionalmente pode ser avistada no Alentejo ou mesmo no Algarve, mas será muito difícil ter esse vislumbre;

Alimentação:

– Ela alimenta-se principalmente de  morcegos,  pássaros, coelhos, lebres e ratos.

Predadores:

– Não lhe são conhecidos predadores naturais.

Reprodução:

– A época de reprodução inicia-se em meados de Janeiro e prolongando-se até Maio – Setembro.

– As águias reais fazem os seus ninhos nas encostas das serras, ou no topo de algumas árvores;

– Chegada a época da reprodução, põe dois ovos, que choca durante 38 dias;

– Após a eclosão das crias, a alimentação das mesmas é partilhada pelo casal;

– Os ovos são branco sujo e manchas castanho ou castanho avermelhado;

– O filhote é dependente de seus pais durante 30 dias ou mais.

Estado de conservação:

– Estas aves podem já estar extintas na Serra do Gerês e poderá nesta altura ser ameaçada a sua continuidade nos céus portugueses, principalmente pela caça que lhe foi, e continua a ser, movida por caçadores ilegais sem escrúpulos;

– Os postes de alta tensão e as torres metálicas que os transportam também têm sido motivo de muitas mortes. Por fim, também o envenenamento de muitas aves vem aumentar a desaparecimento acelerado desta espécie.


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